sábado, 26 de fevereiro de 2011

Frevo em umas das lojas de olinda cultura ao vivo

aulas de Frevo

Cine PE inscreve em oficinas profissionalizantes

O Cine PE está com inscrições abertas para interessados em suas oficinas profissionalizantes de montagem, interpretação e workshop de direção de fotografia para HD-Cine.




As aulas ocorrerão de 2 a 6 de maio, das 9h às 13h, na Fundação Joaquim Nabuco, no Derby. A oficina de montagem será ministrada pela professora de audiovisual da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP), Vânia Debs. A de interpretação terá aulas com a atriz, intérprete e produtora Mallú Moraes. O fotógrafo de cinema e TV e consultor do Centro Audiovisual Norte Nordeste, Flávio Ferreira conduzirá o workshop de Direção de Fotografia para HD-Cine.



São 30 vagas para cada curso, e a inscrição, que pode ser feita pelo site do festival , e-mail (festival@bpe.com.br) ou na sede da produtora BPE, custa R$ 120.



Este ano, o Cine PE acontece de 30 de abril a 6 de maio, no Centro de Convenções.

Semana Pré-Carnaval

Shows


Pré-Carnaval ao som de reggae na Rua da Moeda

Publicado em 25.02.2011, às 17h58

Do JC Online



A banda Vibrações faz show no sábado, a partir das 20h

Foto: divulgação Quem quer dar um tempo na programação carnavalesca de frevo, samba e maracatu, uma opção é o festival Pré no Reggae, que ocorre neste sábado (26) e domingo (27), na Rua da Moeda, Bairro do Recife.



Sob o ritmo que deu fama a Bob Marley, sobem ao palco na primeira noite, a partir das 20h, as bandas Homem do Mato, Bantus Raggae, Gonzaga Dub, Marcelo Santana e Vibrações. Domingo tem shows com Serginho Barreto e Áipi Roots, Brasáfrica, Favela Reggae, Ívano, Pax Mindi (do Zimbabue) e N'zambi, a partir das 17h. O DJ argentino Léon cuida do som nos intervalos.



De acordo com o produtor Dirceu Melo, 8 mil pessoas participaram do evento ano passado. Nesta terceira edição, a realização do encontro é da Prefeitura do Recife, Associação Pernambucana de Reggae e Groovin Produções.







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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

a csa das vasilhas olinda

show de reggue

Projeto da Agamenon redesenhado

Qual será a cara da Agamenon Magalhães na Copa de 2014? As projeções feitas dentro do modelo desenhado pelo urbanista Jaime Lerner para o corredor Norte/Sul, que prevê um elevado sobre o canteiro central para os ônibus, pode não acontecer. No lugar do BRT (Transporte Rápido por Ônibus) pode entrar em cena o monotrilho (uma espécie de metrô sobre um único trilho). A definição do tipo de modal a ser implantado nos três corredores de tráfego (Norte/Sul, Leste/Oeste e Avenida Norte), que até hoje não foram licitados, depende da escolha do governador Eduardo Campos. Mas já levanta discussão entre os especialistas.




O projeto que terá o monotrilho está sendo elaborado pela Odebrecht, enquanto o BRT foi bancado pelo Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (Urbana-PE). O governador deverá decidir até 30 de março qual o modelo será adotado no estado. Um prazo bastante apertado se for levado em conta que os municípios têm até o dia 3 de abril para enviar os projetos para participação nos recursos do PAC da Mobilidade. No caso de Recife os projetos serão definidos em parceria com o estado, inclusive os corredores. Com a mudança de estratégia está havendo uma verdadeira correria das empresas e consultorias para adaptar os projetos às determinações do governador. O recado é para que exista mais de uma alternativa viária para os corredores. Outra orientação é que sejam projetos viáveis de serem implantados. E, o mais importante, que não tragam impacto na tarifa.



Para o consultor do Urbana-PE, João Braga, no caso do projeto de Jaime Lerner um dos pontos que estão sendo discutidos é o elevado da Agamenon Magalhães. ´O elevado é talvez o ponto mais polêmico e o governador sugeriu apresentar uma segunda alternativa dentro do projeto do Norte/Sul`, revelou. A empresa Odebrecht informou, por meio da assessoria, que só vai se pronunciar no caso de firmar contrato com o estado.



De acordo com o engenheiro e consultor de transporte urbano Germano Travassos há um equívoco quando se prioriza o modal antes de se definir a rede. ´Não conheço a proposta do monotrilho. Mas não vejo hoje como ele seria implantado. Se for pela Agamenon o que acontecerá com as pessoas que querem ir para o Centro? Haverá um transbordo e todo mundo pega ônibus?`, questionou. Para o chefe do departamento de arquitetura e urbanismo da UFPE, César Cavalcanti, a proposta do monotrilho puxa pela sofisticação. ´A pergunta é se há outro modelo que faça a mesma função e que não seja tão caro? E a resposta é: existe sim, o ônibus`, apontou