domingo, 14 de maio de 2017

PONTE DA BOA VISTA - RECIFE


Considerada a ponte mais típica e original do Recife, ela liga atualmente a rua Nova, no bairro de Santo Antônio, à rua da Imperatriz, na Boa Vista.


Sua origem é do tempo dos holandeses. Em 1640, o príncipe Maurício de Nassau mandou construir uma ponte por onde os moradores pudessem atravessar o rio Capibaribe, do continente para a ilha de Santo Antônio, e desta para o Recife, indo e voltando continuamente sem estorvo.

A ponte holandesa da Boa Vista, assim chamada por ligar o bairro da Boa Vista ao de Santo Antônio ia da frente do Palácio da Boa Vista, onde hoje se encontra o convento do Carmo, até a altura correspondente ao local onde foi construída depois a Casa de Detenção, atual Casa da Cultura.

Foi construída em sete semanas, de madeira resistente e era guarnecida por parapeitos, para que não detivessem o caminho do rio quando as águas subissem, principalmente nas luas cheias. Segundo documento de 1699, media 3.000 palmos.

Essa primeira ponte da Boa Vista resistiu por um século, e poderia ter resistido mais, se o governador da província de Pernambuco, Henrique Luís Pereira Freire (1737-1746), não a tivesse destruído para construir uma outra em local diferente, nos meados do século XVIII.

quinta-feira, 2 de março de 2017

CArnaval 2017 Recife e Olinda

Foto: Chico Lima 

Foto: Chico Lima 
Foto: Chico Lima 

Foto: Chico Lima 

Foto: Chico Lima 

Foto: Chico Lima 

Foto: Chico Lima 

Foto: Chico Lima 

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017






HISTORIA DO BLOCO
 EU ACHO É POUCO 
 OLINDA - PERNAMBUCO










Camisas da Griffe IMPRESSÃO










Conheçam um pouco sobre o galo da madrugada

O Galo se veste lá em Pirajuí
Cabe a integrantes de uma comunidade em Igarassu a tarefa de montar o gigante que recebe pernambucanos e visitantes para a folia
LENNE FERREIRA
lenneferreira.pe@dabr.com.br
Publicação: 03/02/2015 03:00
Glauciane faz parte do grupo de 30 moradores que usa a fibra de coco para dar vida à alegoria gigante (PAULO PAIVA/DP/D.A PRESS)
Glauciane faz parte do grupo de 30 moradores que usa a fibra de coco para dar vida à alegoria gigante
Pela estrada de barro da comunidade de Pirajuí, em Igarassu, José Cilas, 14 anos, guia a equipe de reportagem até o local onde repousa o anfitrião do carnaval do Recife, o Galo da Madrugada. Pés de caju, jambo e manga fazem companhia ao gigante da Ponte Duarte Coelho. Cilas, que conhece de perto a preparação do monumento de 27 metros, é um dos que doam o tempo e as mãos para a ornar o maestro do frevo.
Desde 2010, quando o artista plástico Sávio Araújo começou a cuidar da concepção do Galo, Pirajuí ganhou outros tons. A partir de janeiro, a rotina pacata da comunidade de pescadores e marisqueiros encontra novo sentido. Para Glauciane Maria da Silva, 43, é hora de fechar as portas do seu bar e se dedicar à confecção dos adereços da crista e cabeça do Galo. Ane, como é conhecida, faz parte do grupo de 30 pessoas que integram o projeto Coração Caju.
O trabalho de preparação do monumento gera renda para a comunidade. Durante um mês de produção do Galo, os colaboradores ganham em média dois salários minímos. Mas o sentimento dos moradores parece extrapolar o lado financeiro. Adultos e jovens aprendizes (que estagiam quatro horas e precisam estar estudando) se dedicam à produção de adereços, pintura da estrutura de ferro e confecção de vassourinhas. O mestre, nomeado caju, é o responsável por passar o ensinamento aos maturis (castanha), como são chamados os iniciantes.
Mesmo quem não participa do projeto faz questão de colaborar. “Todo ano, minha filha se oferece para fazer vassourinhas em casa”, conta Ane, que apesar de dedicar dias ao Galo, nunca acompanhou o bloco. “Muitas vezes, os familiares vêm ver os outros trabalhar. O galo gera uma comoção geral. Todo mundo quer dizer que ajudou de alguma maneira”, conta Sávio, responsável pela concepção visual do monumento, assim como a sua montagem.
As 26 partes que compõem o Galo ficam distribuídas entre três galpões e áreas abertas do sítio que o artista plástico comprou em 1992. No mesmo terreno, mora a marisqueria Áurea Bezerra, 49, com o esposo e quatro filhas. Durante as tardes que antecedem a festa de momo, Áurea e as meninas confeccionam vassourinhas. Uma centena rende R$ 20. “Ano passado, fiz quatro mil”, orgulha-se. A marca é a mais expressiva entre os colaboradores.
A partir dessa semana, o trabalho fica mais intenso. A instalação do Galo está marcada para as 23h do próximo dia 11. Ane sempre acompanha a montagem do monumento, que este ano vai executar o passo do parafuso em giros de 360 graus, além de cantar o frevo Vassourinhas.
Números
25 mil
vassourinhas formam as 10
penas do rabo do Galo
33 toneladas
é o peso do monumento
8 caminhões
fazem o transporte das 26
partes do Galo até o Recife
18 horas
é o tempo para a conclusão da
montagem do Galo
2 minutos
emeio
é o tempo que dura o
movimento de subida do galo

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Um pouco das Minhas ARtes

Artes de Chico Lima 












Artes de Chico Lima 

Abertura do Carnaval de Recife - Marco Zero


Abertura do Carnaval do Recife 2016

Naná Vasconcelos 


Lenine 




Maestro Forró